Anavilhanas Jungle Lodge Amazônia | Alucci Travel
29/11/2013 - por Redação voltar

Anavilhanas Jungle Lodge Amazônia

Chegar a Manaus e realizar que você está colocando os seus pés na Amazônia brasileira é algo que todo o brasileiro deve sentir.

Para os que desejam conhecer um pouco da Amazônia em uma viagem não tão longa, a nossa dica é se hospedar no Anavilhanas Jungle Lodge que fica a duas horas e meia de carro de Manaus. Outra opção para chegar ao Lodge é de aviãozinho. Você pode falar com o Staff do hotel, que eles agilizam os trâmites para você. O avião sai do Hotel Tropical e faz um voo de vinte e poucos minutos sobrevoando parte da floresta. Incrível.




O Rio Negro é rodeado por uma parte selvagem e preservada da Floresta Amazônica. O município de Novo Airão, a Estação Ecológica de Anavilhanas e o Parque Nacional do Jaú, o segundo maior parque florestal do mundo, estão localizados nesse pedaço da Amazônia. Este pedacinho está intocável e o ecossistema em volta é superprotegido. Ali fica o Anavilhanas Jungle Lodge. Lá você pode curtir um pouco do nosso patrimônio brasileiro. Além do espírito "exótico" da viagem, são muitas as chances de se verem  animais: boto cor-de-rosa, jacaré, aves diversas, peixes de água doce, cobras, formigas gigantes...

Há diversos passeios imperdíveis propostos pelo hotel. Um deles é passear de barco, em busca de animais à noite. Legal fazer o passeio no primeiro dia, pois a energia da floresta te dá boas vindas. Há um momento em que o barquinho entra num igapó e o guia desliga o motor. O som que sai de dentro da floresta é vibrante!



Outro passeio único é caminhar por uma trilha que  foi devidamente aberta na densa floresta pelos guias do próprio hotel. Você ficará encantado ao descobrir o tanto de coisas produzidas por causa daquelas árvores: perfumes, remédios, cordas e por aí vai... Suponhamos que você se perca. Não tenha medo de morrer de fome: os guias te ensinam como fazer fogo e depois comer larvas de besouro (grelhadinhas).



Um capítulo à parte no post, para falar dos guias: dá para perceber que eles foram muito, muito, treinados. Infelizmente não deve ser fácil encontrar mão de obra por lá e, como os hóspedes do Lodge são exigentes, os donos tiveram que fazer um esforço danado para as coisas alcançarem a organização que têm hoje.. Muitos dos guias treinaram pessoas da própria família para que eles tivessem também uma boa oportunidade de trabalho. E deu certo. Fiquei impressionada com a qualidade desse pessoal e com o seu inglês. Um deles teve a sorte de ter aprendido a língua com freiras que há anos chegaram na região como missionárias.

Também tive a oportunidade de conhecer um guia da Guiana Francesa e um índio que veio literalmente de uma aldeia e hoje está trabalhando lá. Conselho: converse com eles! A oportunidade de trocar informações e descobrir vidas tão diferentes agregam  experiências. No Staff do Lodge, entre os brasileiros, há gente   da Argentina, e de outras nacionalidades também. É uma boa mistura, que talvez – bem talvez! – deixe a clientela estrangeira mais segura.

A comida é muito boa. Só não gostei de ficar na mesma mesa durante todas as refeições (embora acredite que eles tenham alguma razão para organizar os hóspedes deste jeito). No cardápio, claro: peixes da região, bastante verdura, frutas e doces caseiros. A comida é servida no buffet e as refeições acontecem cedo.

No Lodge, há uma área comum bem gostosa. É lá que servem o lanchinho e os drinks. É o lugar para socializar:  sinuca, livros e internet, que funciona via satélite. Lenta mas você está na Amazônia e na teoria é para você ficar desconectado.

Os chalés e bangalôs, feitos com madeira demolida da região e imitando uma casa cabocla, são excelentes. Os bangalôs são maiores e têm TV (caso sinta necessidade de uma no quarto, embora não faça falta). Todos são superintegrados com a natureza, rede na varandinha, decoração bonita. E a surpresa: juro que não esperava por ar condicionado e tinha. Dormi muito bem embora tenha sentido que a energia da floresta me abastecia a cada momento em que estava lá.

Há piscina deliciosa para refrescar no meio do dia entre um passeio e outro. O engraçado é que os hóspedes, principalmente os gringos da Europa que sofrem em seus países com a temperatura da água, gostam de nadar na frente do pontão mesmo. Sem medo de jacaré, piranha e boto, o pessoal se delicia na água morninha de Anavilhanas. Durante a seca (setembro a dezembro) forma-se uma prainha gostosa bem na frente do Lodge.

Um passeio que vale a pena é a ida  até o município de Novo Airão visitar os artesãos, as escolas e, claro, o famoso lugar onde é possível alimentar os botos cor-de- rosa. Diferentemente de outras regiões da Amazônia, o Rio Negro quase não tem mosquitos, devido ao inseticida natural presente em suas águas.

O Anavilhanas é a melhor opção para quem quer passar uns dias na Amazônia sem abrir mão do conforto e podendo ainda estar com a família. Personalidades do mundo inteiro. como Bill Gates e Julianne Moore estiveram faz pouco tempo por lá. E muitos de nós, brasileiros, ainda ficamos planejando viagens para fora do nosso país.
 

 

 

 

 

 

 

 



 


 


 

 


 

 

 

 

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Amazônia, Brasil,

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